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Como dominar o medo de correr atrás dos seus sonhos


O maior erro das pessoas é tentar eliminar o medo, quando na verdade deveriam aprender a dominá-lo. O medo faz parte da nossa vida e por uma boa razão, ele está lá para garantir que você não vá ser imprudente e se envolver em situações de perigo. O medo te faz evitar de ficar sozinho a noite esperando o ônibus em um lugar deserto (pois você pode ser assaltado/sequestrado/abusado), ou de nadar em um mar agitado (pois você pode se afogar). A questão é que o medo te faz temer o incerto de uma maneira geral, mas o incerto nem sempre é uma situação de perigo. O medo talvez te impeça de falar em público, de mudar de carreira, de fazer um intercâmbio, de abrir seu próprio negócio, de escrever um livro, entre outras inúmeras situações. Não são exatamente situações de perigo, mas situações de resultado incerto. Você teme o resultado incerto pois ele pode não ser o que você espera, pode te decepcionar, mas não te oferece um risco de vida. Por isso, você precisa manter o medo, mas aprender a dominá-lo. O medo tem que estar presente na sua vida para se manifestar nas situações em que ele for necessário, mas você precisa ter a capacidade de dominá-lo para garantir que ele não vá te impedir de tomar atitudes de resultado incerto. A partir do momento que você consegue identificar o medo e distinguir a situação em que ele está se manifestando (se é por risco de vida ou por puro resultado incerto), você consegue dominá-lo. Diga à ele "Medo, agradeço a sua preocupação, mas esta não é uma situação de risco de vida, você não é necessário" e vá em frente. 

Você tem medo de falar em público? A maioria das pessoas tem. Mas pare e pense, o que de pior pode acontecer? Você pode travar e não conseguir dizer o que precisa dizer, você pode não fazer um bom discurso e não agradar as pessoas, algumas podem até rir de você. Mas de verdade, quem se importa? É uma situação de risco? Não, seu medo está se manifestando simplesmente pelo resultado incerto, mas ele não é necessário. Abrace-o, e bom discurso.

Você está em um relacionamento infeliz mas tem medo de terminar? O que pode acontecer, você ficar solteiro(a) por um tempo? Aproveite esse tempo para investir em sí mesmo(a), talvez você esteja precisando. O mundo tem bilhões de pessoas, eu te garanto que em algum momento da sua vida você vai encontrar alguém.

Você tem uma super ideia para seu próprio negócio mas tem medo de fracassar? Talvez medo de largar a estabilidade do seu emprego fixo e entrar no mundo incerto que é empreender? Mas o que pode acontecer? Não dar certo e você ter que voltar a trabalhar para alguém? (Você já faz isso não é?). As pessoas comentarem sobre o seu "fracasso"? As pessoas comentam, não importa a situação, tente não se importar com isso. Talvez acumular dívidas? Taí uma situação interessante para o seu medo se manifestar, mas não interprete como empecilho, e sim como um alerta do seu medo te dizendo para planejar isto direito antes de cair de cabeça. Mas faça. 

Um excelente livro que li sobre o assunto recentemente foi Grande Magia, de Elisabeth Gilbert. Como escritora, Elisabeth foca no fato de o medo estar ligado diretamente à criatividade. Onde a criatividade se manifesta, o medo se manifesta também, pelos resultados incertos que a criatividade pode trazer. A autora explica que toda vez que se envolve em uma jornada criativa, abraça sua relação com o medo e utiliza o seguinte discurso:

“Querido Medo, a Criatividade e eu estamos prestes a pegar a estrada juntas. Sei que você virá conosco, pois sempre o faz. Reconheço que você acredita ter um trabalho importante a desempenhar na minha vida e que leva esse trabalho  a sério. Ao que parece, seu trabalho é me deixar completamente em pânico sempre que estou prestes a fazer qualquer coisa interessante — e, aliás, você faz um excelente trabalho. Então fique à vontade para continuar a fazê-lo caso considere absolutamente  necessário. Mas também estarei fazendo meu trabalho durante esta viagem, que é dar duro e permanecer focada. E a Criatividade estará fazendo o trabalho dela, que é permanecer estimulante e inspiradora. Há espaço suficiente no carro para todos nós, então fique à vontade, mas entenda uma coisa: a Criatividade e eu somos as únicas que  vamos tomar decisões durante o percurso. Reconheço e respeito o fato de que você é parte desta família, e, portanto, nunca o excluirei de nossas atividades, mas ainda assim suas sugestões nunca serão seguidas. Você tem direito a um lugar no carro e a se manifestar, mas não tem direito a voto. Você não pode tocar nos mapas; não pode sugerir desvios de  rota; não pode mudar a temperatura do ar-condicionado. Cara, nem encoste no rádio. Mas acima de tudo, meu querido e velho amigo, você está terminantemente proibido de dirigir.”

Não deixe o medo, de forma alguma, dirigir a sua vida. Você não precisa ser destemido para seguir seus sonhos e alcançar seus objetivos, você precisa ser corajoso. Ser destemido significa não ter medo. Geralmente pessoas destemidas ou são crianças imprudentes, ou completos sociopatas. Coragem significa que você teme sim algo, mas enfrenta e o faz assim mesmo. O que você precisa entender é que o medo faz parte de você, ele sempre vai aparecer, mesmo nas situações mais banais, mas você abraça o medo e vai com ele mesmo. Aquela pessoa super bem sucedida, que segue atrás dos sonhos e objetivos e alcança sempre o sucesso em tudo o que faz, ela teve medo. A diferença entre você e essa pessoa, é que mesmo com medo, ela fez.


Não deixe o medo te prender e te impedir de correr atrás dos seus sonhos e realizar seus objetivos. Lembre-se que o medo sempre vai existir, ele é uma parte de você, mas você é quem manda, você dirige nessa jornada.

Recomendo altamente a leitura do livro citado da Elisabeth Gilbert, Grande Magia. É uma leitura excelente, para compreender sobre o medo, mas também diversos outros tópicos que influenciam nas nossas vidas. É uma leitura leve e rápida, o livro não é muito longo e os capítulos são curtos e objetivos.

E você, do que tem medo? O que achou deste post? Deixa um comentário e vamos comentar sobre o assunto.

Casada aos 20, e ai?



Oi pessoal, como vocês estão? Hoje eu vim falar de um assunto um pouco diferente dos temas que eu venho abordado ultimamente. Não vou dar dicas, fazer resenha, nem nada do tipo. Hoje eu vou fazer um desabafo e contar para vocês um pouquinho sobre algo mais pessoal da minha vida, meu casamento.

Eu vejo muitos questionamentos quanto ao casamento quando se ainda é bem jovem, muito preconceito, muito conselho não solicitado. Eu tenho 20 anos, estou prestes a fazer 21 e já estou casada há quase um ano. Vez ou outra estou conversando com alguém e comento algo do tipo "Meu marido..." e pronto, é o suficiente para os olhares incrédulos, e os questionamentos começarem. "Você é casada? Meu Deus, tão nova... Devia estar pensando em estudar! Você tem filho? (Pra ter casado nova assim, deve ter engravidado.) E a faculdade? Tanta coisa que podia ter feito na vida antes de casar..." e aí é que está, desde quando casar me impede de fazer alguma coisa? As pessoas agem como se a sua vida fosse parar porque você casou, e é por isso que tem muita gente ai com a cabeça feita e o medo terrível de casar cedo.

Qual é o problema de casar cedo? Eu não morri, eu casei! Quando você encontra a pessoa certa e você decide que quer passar o resto da sua vida ao lado dela, e se vocês dois se sentem prontos para dar este passo, então casem-se! Estou aqui para dizer para vocês que não me arrependo, e faria de novo se fosse preciso. Estar casada não me impediu de continuar trabalhando e investindo na minha carreira. Não me impediu de estudar, muito pelo contrário, meu marido mais que incentivou que eu começasse a faculdade e acabo de me matricular para fazer graduação em uma área que amo, com o apoio e suporte dele. Casar não me impede de viajar, conhecer o mundo como sempre sonhei, apenas me permitirá conhecer o mundo com a pessoa que amo ao meu lado.

Casamento é algo que precisa de muita maturidade, muito companheirismo, muita compreensão, força de vontade, que se você não tiver, pode vir a acabar. Entretanto, eu sempre disse isso e vou repetir aqui agora, eu simplesmente não acredito que maturidade tenha necessariamente relação com idade, quantas vezes conheci jovens extremamente maduros e "adultos" sem maturidade alguma? O casamento vai exigir sim de você um pouco mais de esforço para realizar as coisas do que quando você vivia no conforto da casa dos teus pais, porque afinal você passa a compartilhar (sim, porque acho que casamento é uma via de mão dupla e teu marido tem tanta responsabilidade em tudo quanto você) algumas responsabilidades como cuidar da casa, fazer comida, e até mesmo dar atenção ao teu cônjuge que vai estar ali todos os dias e depois que se é casado, se compartilha tudo, se busca o apoio do outros em todos os aspectos da nossa vida.

"Mas eu tenho que querer casar cedo então, mesmo que não goste?" Não estou dizendo isso. Cada pessoa é unica e pensa de sua forma, mas deve pensar sobre a própria vida! Com certeza existem aqueles que não sentem a mínima vontade de casar tão cedo, e é um direito de cada um, cada um sonha particularmente com algo para sua vida, mas ninguém tem o direito de criticar a decisão do outro.  Aos meus 20 anos, para minha sorte, eu já tinha conhecido a pessoa que eu tenho certeza no meu coração, que é a pessoa certa e que é com quem eu quero passar o resto da minha vida, tinha maturidade o suficiente para assumir este compromisso, e se você também tem, siga em frente! Quem sabe da sua vida é você, quem sabe da sua felicidade é você, gente para criticar sempre haverá, mas cabe a você decidir se vai se privar da sua felicidade pelo que os outros vão dizer. 

E você, o que acha sobre isso? Deixa um comentário aqui pra mim que to doida pra saber! Deixo aqui abaixo minha foto favorita com meu marido, que foi um momento muito especial de conexão e acredito que foi quando percebemos que pertencíamos um ao outro, eternamente.



A incrível geração de mulheres que foi criada para ser tudo que um homem não quer


As vezes olho pra mim imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:

Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de emails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.

Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa conduzir bem e entender de imposto de renda.

Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser toda definida, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e ainda ter tempo para treinar.

Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.

Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai na volta é por isso que estou solteira aqui, na luta.

A verdade é que tenho andado a pensar nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens, homens e velhos homens.

O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?

Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas e testes com boas notas. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia os meus pais acharam “bacana”. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.

Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um frango. Não nos chamaram para trocar a fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.

Mas, escuta, alguém se lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de prepararmos o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?

A verdade é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a fazer-nos querer pousar ao seu lado no fim do dia? Que somos a geração da parceria e não da dependência?

No fim das contas não somos nada do que o inconsciente colectivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para a frente. Nós já nos abrimos para ganhar o mundo. Agora é o mundo que tem que se virar para nos ganhar de volta..."

Encontrei esse texto incrível da Ruth Manus na internet e tive que compartilhar com meus leitores, pois são muitas verdades em um texto só. Eu sou o tipo de mulher que fui criada para ser independente, e sou. Não posso ser injusta pois meu noivo é um dos poucos que se encaixam na exceção, e não só me aceita como me incentiva a ser independente. Mas a maior parte dos homens espera de nós mulheres o que não fomos criadas para ser. Bela, recatada e do lar? Existem mulheres assim sim e se for escolha delas, quem sou eu para julgar. O que não se encaixa mais é pensar que temos de ser assim para sermos aceitas pelos homens. Seja quem você quer ser, independente sim, por que não? Quem quiser que te aceite como deve ser.

A arrogância segundo os medíocres



“Adorei o seu sapato”, disse uma amiga para mim certa vez.

“Legal, né? Eu comprei em uma feira de artesanato na Colômbia, achei super legal também”, eu respondi, de fato empolgada porque eu também adorava o sapato. Foi o suficiente para causar reticências  quase visíveis nela e no namorado e, se não fosse chato demais, eles teriam dado uma risadinha e rolariam os olhos um para o outro, como quem diz “que metida”. Mas para meia-entendedora que sou, o “ah…” que ela respondeu bastou.

Incrível é que posso afirmar com toda convicção que, se tivesse comprado aquele sapato em um camelô da 25 de março, eu responderia com a mesma empolgação “Legal, né? Achei lá na 25!”. Só que aí sim eu teria uma reação positiva, porque comprar na 25 “pode”.

Experiências como essa fazem com que eu mantenha minhas viagens em 13 países, minha fluência em francês e meus conhecimentos sobre temas do meu interesse (linguística, mitologia, gastronomia etc) praticamente para mim mesma e, em doses homeopáticas, comente entre meu restrito círculo familiar e de amigos (aquele que a gente conta nos dedos das mãos).

Essa censura intelectual me deixa irritada. Isso porque a mediocridade faz com que muitos torçam o nariz para tudo aquilo que não conhecem, mas que socialmente é considerado algo de um nível de cultura e poder aquisitivo superior. E assim você vira um arrogante. Te repudiam pelo simples fato de você mencionar algo que tem uma tarja invisível de “coisa de gente fresca”.

Não importa que ele pague R$ 30 mil em um carro zero, enquanto você dirige um carro de mais 15 anos e viaja durante um mês a cada dois anos para o exterior gastando R$ 5 mil (dinheiro que você, que não quer um carro zero, juntou com o seu trabalho enquanto ele pagava parcelas de mil reais ao mês). Não importa que você conheça uma palavra em outra língua que expressa muito melhor o que você quer falar. Você não pode mencioná-la de jeito nenhum! Mas ele escreve errado o português, troca “c” por “ç”, “s” por “z” e tudo bem.

Não pode falar que não gosta de novela ou de Big Brother, senão você é chato. Não pode fazer referência a livro nenhum, ou falar que foi em um concerto de música clássica, ou você é esnobe. Não ouso sequer mencionar meus amigos estrangeiros, correndo o risco de apedrejamento.
Pagar R$200 em uma aula de francês não pode. Mas pagar mais em uma academia, sem problemas. Se eu como aspargos e queijo brie, sou “chique”. Mas se gasto os mesmos R$ 20 (que compra os dois ingredientes citados) em um lanche do Mc Donald’s, aí tudo bem. Se desembolso R$100 em uma roupa ou acessório que gosto muito, sou uma riquinha consumista. Mas gastar R$100 no salão de cabeleireiro do bairro pra ter alguém refazendo sua chapinha é considerado normal. Gastar de R$30 a R$50 em vinho (seco, ainda por cima) é um absurdo. Mas R$80 em um abadá, ou em cerveja ruim na balada, ou em uma festa open bar… Tranquilo!

Meu ponto é que as pessoas que mais exercem essa censura intelectual têm acesso às mesmas coisas que eu, mas escolhem outro estilo de vida. Que pode ser até mais caro do que o meu, mas que não tem a pecha de coisa de gente arrogante.

O dicionário Aulete define a palavra “arrogância” da seguinte forma:
1. Ação ou resultado de atribui a si mesmo prerrogativa(s), direito(s), qualidade(s) etc.
2. Qualidade de arrogante, de quem se pretende superior ou melhor e o manifesta em atitudes de desprezo aos outros, de empáfia, de insolência etc.
3. Atitude, comportamento prepotente de quem se considera superior em relação aos outros; INSOLÊNCIA: “…e atirou-lhe com arrogância o troco sobre o balcão.” (José de Alencar, A viuvinha))
4. Ação desrespeitosa, que revela empáfia, insolência, desrespeito: Suas arrogâncias ultrapassam todo limite.

Pois bem. Ser arrogante é, então, atribuir-se qualidades que fazem com que você se ache superior aos outros. Mas a grande questão é que em nenhum momento coloco que meus interesses por línguas estrangeiras, viagens, design, gastronomia e cultura alternativa são mais relevantes do que outros. Ou pior: que me fazem alguém melhor que os outros. São os outros que se colocam abaixo de mim por não ter os mesmos interesses, tachar esses interesses de “coisa de grã-fino” (sim, ainda usam esse termo) e achar que vivem em um universo dos “pobres legais”, ainda que tenham o mesmo salário que eu. E o pior é que vivem, mesmo: no universo da pobreza de espírito.

Este texto maravilhoso da Carmen Guerreiro faz com que eu me identifique completamente, pois eu sempre passei por aquela situação de pessoas que hoje até são minhas amigas mas me dizem "Nossa, antes de te conhecer eu te achava metida". Isso sempre aconteceu, e isso porque como a Carmen expressa bem em seu texto, as pessoas não sabem aceitar as diferenças, e fazem parecer que as vezes estamos querendo nos colocar acima delas apenas por sermos diferentes, quando na verdade são elas quem se colocam abaixo de nós. Enfim, este é um dos meus textos favoritos, e gostaria de compartilhar com vocês. Se você se identifica, deixe um comentário :)